Gênero: Hétero

Naquele dia eu estava disposta a me entregar pra ele,sabia que iria apanhar, ser humilhada e usada e isso me excitava muito. Sentia medo, e esse medo me excitava ainda mais.

Sempre quis ser puta de um homem,um que abusa-se do meu corpo,do meu sexo,da minha fragilidade como mulher,feminina,sensível e delicada,em oposição ao HOMEM, pêlo, virilidade, forca e pênis.

Gosto de apanhar sim,me excita a forca masculina em oposição a minha fragilidade. Mas claro,tudo não deve passar de fantasia, sem violência ou dor,é tudo um jogo de sedução entre forca e medo.

Cheguei ao ap dele assustada e com medo. Ele percebendo minha inquietude logo abriu o zíper da calca e sem cerimônias me ordenou que eu me ajoelhasse.

- Mas,assim já? (perguntei timidamente)

- Veio aqui pra quê então? cadela! Não tenho tempo pra besteiras, vc quer e gosta, ajoelha e chupa agora ou te encho de porrada! (gritou agressivamente)

Me ajoelhei humilhada ,mas muito excitada. De frente pra seu pau, abri o zíper de sua calca e pude vê a cueca boxe de cor cinza. Abaixei a calca até os joelhos e cheirei a pica ainda dentro da cueca. Fiquei um tempão cheirando por entre o tecido da cueca, encostando meu rosto e mordiscando com a boca. Ele olhava-me impaciente e logo disse:

- Chega! tira ele pra fora e chupa que a cabeça já ta melada!

Tirei-o da cueca como ele havia-me ordenado, e realmente a cabecinha já soltava aquele líquido transparente e gostoso. Sem medo, passei a língua em seu líquido transparente e senti o gosto daquele homem.

Abocanhei a cabeça e me deliciei com ela..

Eu sentia o prazer naquele homem, eu era seu prazer,como me sentia orgulhosa disso.

- Isso, chupa cadelinha, putinha safada! (ele gemia)

-Ta gostoso tá puta rampeira do caralho?! (ele me provocava)

Excitada, continuei chupando e sendo ofendida por ele, ate que de repente, ele segurou-me pelos cabelos e violentamente meteu até o fundo da minha garganta e começou a bombar dentro de minha boquinha, sem se importar mais comigo, apenas com seu prazer.

Ele usava minha boca como a uma buceta, bombou forte me chamando de puta, vadia, boqueteira.

- Safada, não era isso que vc queria?? puta do caralho, mulher do seu nível tem que chupar até beber a porra toda, e vc vai beber tudo e se derramar vai apanhar nessa cara de puta. Veio aqui em casa por livre e espontânea vontade, veio como puta e vai sair daqui toda arregaçada e suja de porra,nem banho vou te deixar tomar safada do caralho, vai chegar em casa com a calcinha suja da minha porra, que vai escorrer por essa buceta e cu.

Eu sentia seu pênis encostar no fundo de minha garganta, abria minha boca pra facilitar seu prazer, sentia o gosto do seu leite e seu cheiro de macho se preparando pra gozar.

Ele continuava metendo forte, bombou forte na minha boca. Eu, assustada, cedia a seus caprichos e me limitei a suportar a invasão dentro de minha boca, até que ele tirou o pau da minha boca e disse:

- Quer porra?? (perguntou me dando um tapa na cara)

- Sim (respondi humilhada)

- então toma!!!! PUTA!

Enterrou o pau na minha boca, segurou minha cabeça e despejou a porra. Senti os jatos de porra, cada jato… foram uns 5, bebi tudo calada e me sentindo humilhada. (Senti então o gosto,a textura de sua porra, doce no começo, grossa e consistente, ao final o gosto de sua porra mudava de doce a salgado, meu paladar apurava as características o aroma e o sabor).

Depois que terminou, me mandou limpar tudo e lamber o saco. Seu saco era enorme, pesado e tive que limpar tudo ainda de joelhos e ele olhando com cara de satisfeito disse:

- Vc é minha putinha e vai beber da minha porra quando eu quiser ou vai apanhar muito. Minha linda!

Depois de gozar ele me pegou nos bracos carinhosamente e me embalou em seu abraco. Me sentir mulher e dele.

Eu adoro apanhar de homem, sem violência, claro, mas adoro a forca masculina dominando meu sexo frágil, apanho e gosto….